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Synergia participa de evento promovido pela Motiva e acompanha a integração entre finanças e sustentabilidade

Publicado em: 17/04/2026

O encontro “Implementação IFRS S1 e S2: Caminhos e Aprendizados” destacou como os novos padrões IFRS transformam riscos climáticos e materialidade financeira em decisões estratégicas para a perenidade dos negócios

A Synergia Consultoria Socioambiental marcou presença no evento “Implementação IFRS S 1 e S 2: Caminhos e Aprendizados”, realizado pela Motiva, para acompanhar de perto as transformações que estão redefinindo a linguagem dos negócios.

Com a consolidação dos padrões IFRS S 1 e S 2, a sustentabilidade se afirma como pilar da estratégia do negócio. O IFRS S 1 estabelece a base para o reporte de informações de sustentabilidade financeiramente relevantes, enquanto o IFRS S 2 aprofunda o olhar sobre os riscos e oportunidades climáticas, e como eles impactam a perenidade das organizações.

O painel, que reuniu visões de investidores, auditores e empresas, destacou pontos cruciais para essa nova realidade:

* Uma pauta do negócio, não de uma área: A implementação do IFRS S 1 e S 2 exige a conversão de análises climáticas e de sustentabilidade em efeitos financeiros objetivos, envolvendo toda a organização.

* Foco na relevância financeira: O reporte orienta-se por informações essenciais para investidores, credores e financiadores, acabando com os ruídos gerados pela antiga pluralidade de padrões e fortalecendo a confiança do mercado.

* Materialidade como pauta estratégica: Identificar riscos e oportunidades financeiras se conecta com a estratégia e falar de perenidade exige diferenciar o que é urgente do que é estruturalmente importante para a continuidade dos negócios.

* Transparência e controles internos: Para que o sistema funcione, são necessários controles internos sólidos que demonstrem como as decisões se refletem no desempenho do negócio, respondendo de forma estratégica o que, quando e como comunicar ao mercado.

Como ressaltou nossa gerente Comercial, Jussara Couto Jimenez, que esteve presente no evento, “O grande desafio é que falar de materialidade financeira não é apenas olhar para o que já foi realizado. Os relatórios precisam sustentar a visão de longo prazo do negócio, conectando impacto, estratégia e decisões futuras. Mais do que um relatório, estamos falando de um instrumento que precisa fazer a diferença para quem decide.”

Ficou claro que existe uma relação direta entre materialidade financeira, riscos climáticos e direitos humanos. A pergunta-chave para as empresas agora é: como transformar essa nova camada de exigências em uma vantagem estratégica real e em valor para o negócio?

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