Publicado em: 19/06/2026
Nos dias 15 e 16 de junho, a Synergia esteve no 3º Congresso Nacional de ESG, realizado em São Paulo. O evento reuniu empresas, consultorias, representantes do setor público e especialistas para debater os avanços, desafios e perspectivas da agenda ESG no Brasil e no mundo.
Ao longo de dois dias, a programação contou com painéis e discussões sobre temas como mudanças climáticas, governança corporativa, inovação, diversidade, inteligência artificial, impacto social e gestão da cadeia de valor.
Os debates evidenciaram a consolidação do ESG como um elemento estratégico para as organizações, cada vez mais integrado aos processos de tomada de decisão, à gestão de riscos e à geração de valor, ficando claro que a agenda já não é tratada apenas como uma diretriz, mas como parte estruturante das organizações.
Entre os principais pontos abordados, destacou-se a necessidade de incorporar fatores ambientais, sociais e de governança de forma transversal ao modelo de negócio. Questões como adaptação climática, fortalecimento da governança, monitoramento de emissões ao longo da cadeia produtiva e preservação da biodiversidade foram apresentadas como temas centrais para a construção de negócios mais resilientes e preparados para os desafios futuros.
Para Gabriela Goulart, gerente de projetos da Synergia Socioambiental, o evento reforçou a importância de uma abordagem integrada da agenda ESG.
“O congresso revelou que o ESG só funciona quando é tratado de forma integrada. Vai muito além do ambiental e exige incorporar a dimensão social nas estratégias, especialmente na forma como as empresas se relacionam com pessoas e territórios. No fim, a resiliência do negócio está diretamente ligada à resiliência dos ecossistemas e das comunidades com as quais ele interage.” afirma Gabriela.
Além dos conteúdos técnicos, o congresso apresentou casos práticos de organizações que vêm implementando soluções relacionadas à descarbonização, economia circular, inclusão produtiva, gestão de cadeias de valor e relacionamento com comunidades. Os exemplos demonstraram como a sustentabilidade tem avançado do campo conceitual para a aplicação concreta, gerando impactos positivos para os negócios e para a sociedade.
Outro tema apresentado foi a crescente conexão entre sustentabilidade e desempenho econômico. As discussões apontaram para uma evolução da agenda ESG, impulsionada por avanços regulatórios e pela necessidade de mensurar impactos, gerenciar riscos e integrar critérios socioambientais às estratégias corporativas.
O evento também trouxe reflexões sobre liderança, cultura organizacional, saúde mental e diversidade, reforçando a importância da dimensão humana na construção de organizações mais sustentáveis e resilientes.
Segundo Jussara Couto Jimenez, gerente comercial da Synergia, o congresso evidenciou uma mudança importante na forma como o mercado compreende o ESG.
“O principal ponto do evento foi a visão de que o ESG deixa de ser uma agenda paralela e passa a redefinir a lógica do negócio. O risco não está em não fazer ESG, mas em tratar o tema de forma desconectada da estratégia, sem impacto real nas decisões, nos riscos e na operação.” Afirma Jussara.
A participação da Synergia no congresso reforça a importância de acompanhar os debates que vêm moldando a agenda ESG e contribui para ampliar conhecimentos e fortalecer soluções cada vez mais conectadas às necessidades dos territórios, das organizações e das pessoas.
Cadastre-se e receba nossas novidades.