Publicado em: 11/05/2026
A Synergia participou do treinamento “Adaptação Climática e Mineração”, promovido pela UNIBRAM, com o objetivo de aprofundar o uso de dados climáticos na análise e gestão de riscos no setor mineral. A iniciativa reforça a importância de abordagens técnicas baseadas em evidências para lidar com os desafios impostos pelas mudanças climáticas sobre empreendimentos e territórios.
Durante o treinamento, foi apresentada em profundidade a plataforma AdaptaBrasil, que oferece uma estrutura robusta para a análise do risco climático e da capacidade adaptativa de todos os municípios brasileiros. A ferramenta integra projeções climáticas, indicadores territoriais e variáveis socioeconômicas provenientes das principais bases de dados do Poder Público, permitindo diagnósticos técnicos mais qualificados, comparáveis e rastreáveis.
Esse conjunto de informações é fundamental para apoiar tomadas de decisão que envolvem ativos críticos e empreendimentos com elevado potencial de impacto sobre o território. A qualidade e a consistência dos dados permitem aprimorar análises de risco, planejamento estratégico e definição de medidas adaptativas de curto, médio e longo prazo.
Para Alessandra Benevides, CEO da Synergia, aprofundar o conhecimento sobre a plataforma reafirma o papel estratégico do Estado na agenda climática:
“Conhecer com mais detalhes a AdaptaBrasil reforça minha certeza da importância do Poder Público como promotor no fornecimento de dados confiáveis para a gestão territorial e socioambiental em tempos de crise climática.”
O principal valor da plataforma está em sua capacidade de apoiar decisões concretas, como a priorização de territórios, a definição de medidas de adaptação, o planejamento de contingência e a comunicação qualificada com stakeholders. Esse processo exige não apenas acesso aos dados, mas também clareza sobre o uso dos indicadores e consistência na atualização das informações ao longo do tempo.
Para a Synergia, essa abordagem dialoga diretamente com a prática que a consultoria já defende em seus projetos: a gestão do risco climático deve ser estruturada, orientada por dados confiáveis e conectada à realidade operacional dos empreendimentos. No contexto da mineração, isso significa integrar a análise climática ao planejamento, à segurança das estruturas e à relação com o território e suas comunidades.
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